O documentário "Eu sou a Terra. Histórias do fim do mundo", produzido pela Imagen de Chile, estará presente no Festival Internacional de Cinema Documental de Amesterdão, o maior evento do género no mundo, que decorrerá entre 9 e 20 de novembro.
A Imagen de Chile, como representante do nosso país no festival, acolheu o evento "Guest Meet Guest", um espaço em que participaram líderes mundiais da indústria do documentário e onde foi anunciado que a obra estará brevemente disponível para o público em geral.
Em 46 minutos, o filme aborda diferentes iniciativas e casos em que os chilenos contribuem para mitigar os efeitos das alterações climáticas, desde grandes projectos ou inovações científicas a acções quotidianas dos cidadãos, todas elas coletivamente necessárias. O objetivo deste documentário é mostrar como o Chile está a contribuir para um problema que afecta toda a humanidade, como é o caso das alterações climáticas, através de 5 eixos temáticos: agricultura sustentável, conservação das florestas e da biodiversidade, energias renováveis, crise da água e astronomia.

A média-metragem contou com um conjunto de cineastas e documentaristas nacionais de renome, com a direção geral da realizadora nomeada para um Óscar, Maite Alberdi, que trabalhou em conjunto com os diretores de unidade María Paz González, Sebastián Fernández e Santiago Correa. O documentário foi produzido pela Fábula, a produtora que ganhou o Óscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2018 com o filme "Uma Mulher Fantástica".
"Realizar este filme sobre as alterações climáticas foi uma viagem muito enriquecedora. Trabalhámos com uma equipa incrível e muito talentosa de cineastas que se empenharam neste projeto", afirmou Ximena Baeza, diretora de marketing da Imagen de Chile, acrescentando: "Com a produtora Fábula, dirigida por Juan de Dios Larraín, e a equipa de realizadores liderada por Maite Alberdi, foi uma viagem muito enriquecedora: "Com a produtora Fábula, dirigida por Juan de Dios Larraín, e a equipa de realizadores liderada por Maite Alberdi, fizemos esta viagem que nos permitiu recolher diferentes histórias em todo o Chile, histórias de chilenos que estão a ser agentes de mudança e que, através do seu testemunho, queremos inspirar e mobilizar, para que, de qualquer parte do mundo, de qualquer pavimento, possamos todos colaborar para mitigar as alterações climáticas que nos dizem respeito a todos", acrescentou.
A produção da média-metragem faz parte da estratégia de imagem do país "Chile Creando Futuro", um plano que, através de diferentes acções de marketing e comunicação, visa posicionar o Chile no mundo como um ator relevante face aos problemas globais, destacando o talento, a criatividade e a inovação que o seu povo tem para contribuir.
"Este documentário, que mostra acções concretas que o Chile está a tomar para enfrentar as alterações climáticas, faz parte do que a Imagen de Chile procura transmitir ao mundo. Hoje, mais do que nunca, o planeta enfrenta desafios que definirão o futuro próximo e estamos convencidos de que o nosso país tem o potencial de gerar soluções e de inspirar, tudo através dos chilenos que estão a fazer a diferença hoje, quer com pequenos projectos comunitários, quer através de iniciativas internacionais que nos permitem unir esforços na construção de um futuro melhor", afirmou o diretor executivo do Imagen de Chile, Jorge Cortés.
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